Todo domingo sinto que vou morrer de saudade. Domingo é o ponto infinito, as reticências... Quando a alma suspira, um desalívio
Quando o tempo nostalgia, um delírio; Minhas palavras deliram nessa suave diluição do ser, a fronteira do céu aos meus olhos. A maré corre e o domingo é o refluxo dela na pedra, do meu amor na certa (água, do coraçãos às pálpebras)
Todo domingo mingua na sala vazia, enquanto acordo pra sonhar ao riso dela. Ai domingo, o retorno do círculo
um desarranjo do espírito
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