8 de maio de 2011

Domingo

      Todo domingo sinto que vou morrer de saudade. Domingo é o ponto infinito, as reticências... Quando a alma suspira, um desalívio
                       Quando o tempo nostalgia, um delírio; Minhas palavras deliram nessa suave diluição do ser, a fronteira do céu aos meus olhos. A maré corre e o domingo é o refluxo dela na pedra, do meu amor na certa (água, do coraçãos às pálpebras)
      Todo domingo mingua na sala vazia, enquanto acordo pra sonhar ao riso dela. Ai domingo,                            o retorno do círculo
                                       um desarranjo do espírito

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